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No término de uma nova instrução na Base da 1.ª Companhia, o instrutor deu a ordem para os recrutas saírem da sala, mas fê-lo de forma pouco clara para alguns.
“À minha voz de agora. Já!”, anunciou. Filipe Delgado interpretou a indicação como sendo imediata e levantou-se, dirigindo-se para a saída da sala.
O instrutor chamou-o de volta e confrontou-o: “O cérebro não trabalha? É à minha voz de quê?”. Filipe respondeu sem hesitar: “De agora”. O instrutor concluiu: “Então estão à espera de quê?”.
Nesse instante, todos os recrutas saíram em simultâneo. Ainda assim, Filipe defendeu-se: “Eu já tinha ouvido o agora. Eu ouvi o agora”.
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