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A guerra em Gaza continua a fazer vítimas entre os jornalistas, com mais de 206 mortos desde o início do conflito.
Na segunda-feira, Hossam Shabat, jornalista da Al Jazeera Mubasher, foi fatalmente atingido por um ataque aéreo israelita em Beit Lahia, na Faixa de Gaza.
O veículo de Shabat, identificado com o logótipo da estação, foi alvejado por um drone, resultando na sua morte. O governo israelita justificou o ataque alegando que o jornalista seria membro do Hamas, uma acusação que ele sempre negou.
Este é apenas um exemplo da crescente repressão contra os jornalistas na região. Mohamed Mansour, da televisão Jihad Islâmica Palestina Hoje, também foi morto em um ataque em Khan Younès. Organizações internacionais, como o Comité para a Proteção dos Jornalistas, condenaram de forma veemente os ataques contra profissionais da comunicação, apelando à proteção dos mesmos, que se encontram numa situação cada vez mais perigosa. O Sindicato dos Jornalistas Palestinianos classificou o ataque como um “massacre contra jornalistas”, sublinhando a gravidade da situação.
Com a intensificação dos ataques desde março de 2023, mais de 730 palestinianos perderam a vida, com um aumento considerável nas últimas 24 horas. A guerra continua a ser uma tragédia humana, e a comunidade internacional exige ações para proteger aqueles que arriscam as suas vidas para reportar os horrores do conflito
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