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A missão militar da princesa Leonor a bordo do Elcano, que inicialmente parecia ser uma oportunidade para fortalecer a imagem da monarquia espanhola, transformou-se numa enorme controvérsia devido à divulgação de fotografias da jovem em topless.
As imagens, capturadas por um paparazzi durante a visita da princesa ao Uruguai, colocaram a família real numa situação difícil, com intensas negociações em curso para impedir que as fotos fossem divulgadas.
O paparazzi, que seguia a princesa no Uruguai, conseguiu tirar fotos dela em topless numa praia, acompanhada de um “amigo especial” que a acompanhava no navio da marinha. O El Periódico, que inicialmente publicou um vídeo da princesa em biquíni, retirou-o posteriormente sob ordens superiores, o que sublinha a seriedade do caso.
De acordo com a jornalista Mariàngel Alcázar, a família real espanhola confirmou a existência das imagens e, após negociações com o fotógrafo, aceitou pagar 200 mil euros para evitar a sua divulgação. Esse pagamento foi uma forma de proteger a imagem da princesa Leonor, uma herdeira ao trono da Espanha.
A grande questão agora é se a família real utilizará os fundos da Casa Real, o que seria difícil de justificar, ou se recorrerá ao dinheiro do rei emérito Juan Carlos. As especulações sobre o conteúdo das fotos são muitas, com rumores que sugerem que Leonor aparece sem o topo do biquíni, a fumar e em momentos íntimos com o namorado.
A forma como a Casa Real lidou com esta situação tem sido criticada por vários meios de comunicação, que consideram a abordagem desastrada. A controvérsia levanta questões sobre a privacidade da princesa Leonor e o papel da imprensa na vida da família real.
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