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Portugal foi a votos este domingo, dia 18 de janeiro, com mais de 11 milhões de cidadãos chamados a escolher quem será o próximo Presidente da República, sucedendo a Marcelo Rebelo de Sousa.
Embora a corrida presidencial conte com 11 candidatos oficialmente aceites, o boletim de voto entregue aos eleitores inclui 14 nomes. A discrepância resulta da rejeição, pelo Tribunal Constitucional, das candidaturas de Joana Amaral Dias, José Cardoso e Ricardo Sousa, numa altura em que os boletins já se encontravam impressos.
A situação motivou críticas públicas, nomeadamente por parte de António Raminhos. Através do Instagram, o humorista mostrou-se perplexo com o facto de não terem sido produzidos novos boletins, questionando a credibilidade do processo e alertando para a possibilidade de haver votos em candidatos que não estão, legalmente, em sufrágio.
Com humor mordaz, Raminhos comparou esta decisão com outros gastos públicos demonstrativos de desperdício, ironizando que poderiam ter sido incluídas figuras fictícias no boletim. Segundo o próprio, mesmo assim haveria eleitores dispostos a votar nelas, confiantes na sua “inspiração”.
Os 11 candidatos efetivamente em disputa, apresentados por ordem alfabética, são: André Pestana, André Ventura, António Filipe, António José Seguro, Catarina Martins, João Cotrim Figueiredo, Jorge Pinto, Henrique Gouveia e Melo, Humberto Correia, Luís Marques Mendes e Manuel João Vieira.
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